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[ sujeito - neurônio, estradas eletromagnéticas, computadores/macroscópio e megamemórias, estratos que constroem o ciberespaço, numa alucinação consensual de realidade, um novo médio-ambiente eletrônico do pensamento coletivo do cibionte. 

 

Um novo éon temporal em que o tempo é uma data, imerso em locais hiper-textuais e audiovisuais infinitos, coevoluindo no ritmo e peso das trocas. O ciberespaço torna carne o mundo virtual arquitetado pelas teias de informações que a humanidade produziu, cria uma nova cidadania online, uma nova forma de relação, uma nova política, poesis.

 

Na quietude do pensar já somos transeuntes das avenidas desse espaço, moramos em casas digitais, imponderáveis, por toda parte, que já constituem as subjetividades do coletivo e do sujeito, trafegamos por pontes e calçadas liquidas do estado do saber, e navegamos por rios de números. 

 

É dentro desse espaço incorpóreo - teias de bytes e luzes - que paradoxalmente também é tecido com as mesmas pulsões motrizes da vida, tecido esse tramado pela busca, pelos desencontros, pela descoberta, que surge o que vem sendo nomeado de ciber-arte, uma arte que se desenvolve mimetizando novas formas de vida numa sopa biótica propicia, uma arte híbrida, cíbrida, biocinética, elétrica, política e em rede.]

equipe

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